A Montanha mágica - Autor: Thomas Mann - Editora Nova Fronteira - Ano: 2005 - Número de páginas: 986 - Skoob
Para ler A montanha Mágica é preciso fôlego de alpinista.
A Montanha mágica, de Thomas Mann, Editora Nova Fronteira, que narra a história de Hans Castorp, não é propriamente um livro de fácil leitura, pois além de suas 986 páginas, possui um viés bastante filosófico, exigindo um pouco mais do seu leitor. No entanto, da mesma forma que, quando escalamos uma montanha, ao chegarmos no topo, recebemos a recompensa pelo sacrifício da subida, ao concluirmos a leitura desta obra, conseguimos nos sentir plenamente recompensados.
Hans Castorp é, nas palavras do narrador, um jovem “singelo” que vai de Hamburgo, sua terra natal, ao sanatório de Berghof, na aldeia suíça de Davos-Platz, para visitar o primo Joachim, que se encontra enfermo. A intenção do protagonista é de passar apenas três semanas em companhia do parente, entretanto, ao aproximar-se o final do prazo, o rapaz descobre que também está doente e precisará permanecer internado no sanatório, onde ficará por sete longos anos.
Ao observarmos a estrutura de A montanha mágica percebemos que ela exibe, em sua forma, um espelho da sociedade e do homem atual. O protagonista Hans Castorp representa o indivíduo que vive em um mundo dilacerado, tentando encontrar um sentido para a vida. A obra pode ser entendida como a metáfora de uma sociedade enferma, que busca um equilíbrio social e espiritual, cada vez mais distantes em razão de um progresso e de um amadurecimento intelectual que tornam o homem mais questionador e mais angustiado com as incertezas existenciais. Encontram-se no sanatório de Berghof pessoas doentes de todas as etnias e crenças, compartilhando todo tipo de problemas, infortúnios, inquietudes, amarguras, ilusões e desilusões; mostrando nesse microcosmo o retrato de um mundo aos pedaços.
O romance divide-se em sete capítulos antecedidos por duas páginas de uma explicação do narrador sobre o “propósito” de contar a história de Hans Castorp. Nessa pequena introdução o narrador explica que a história não deve ao tempo o seu grau de antiguidade, podendo ser bem mais velha do que a sua idade. A história de Hans Castorp não representa propriamente a história de um jovem “singelo”, mas a de toda a humanidade em busca de um sentido para a vida e, assim sendo, é atemporal, ou “mais velha que seus anos”. Os capítulos são marcados numericamente e divididos em subcapítulos. O primeiro narra a chegada do jovem ao sanatório, o encontro com o Joachim e suas primeiras impressões sobre o local. O segundo capítulo é uma grande analepse que mostra a infância do protagonista, e os demais relatam a estada do jovem no sanatório, sendo que as últimas seis páginas, aproximadamente, referem-se à volta de Hans Castorp à “planície”.
Ao observarmos a estrutura de A montanha mágica percebemos que ela exibe, em sua forma, um espelho da sociedade e do homem atual. O protagonista Hans Castorp representa o indivíduo que vive em um mundo dilacerado, tentando encontrar um sentido para a vida. A obra pode ser entendida como a metáfora de uma sociedade enferma, que busca um equilíbrio social e espiritual, cada vez mais distantes em razão de um progresso e de um amadurecimento intelectual que tornam o homem mais questionador e mais angustiado com as incertezas existenciais. Encontram-se no sanatório de Berghof pessoas doentes de todas as etnias e crenças, compartilhando todo tipo de problemas, infortúnios, inquietudes, amarguras, ilusões e desilusões; mostrando nesse microcosmo o retrato de um mundo aos pedaços.
O romance divide-se em sete capítulos antecedidos por duas páginas de uma explicação do narrador sobre o “propósito” de contar a história de Hans Castorp. Nessa pequena introdução o narrador explica que a história não deve ao tempo o seu grau de antiguidade, podendo ser bem mais velha do que a sua idade. A história de Hans Castorp não representa propriamente a história de um jovem “singelo”, mas a de toda a humanidade em busca de um sentido para a vida e, assim sendo, é atemporal, ou “mais velha que seus anos”. Os capítulos são marcados numericamente e divididos em subcapítulos. O primeiro narra a chegada do jovem ao sanatório, o encontro com o Joachim e suas primeiras impressões sobre o local. O segundo capítulo é uma grande analepse que mostra a infância do protagonista, e os demais relatam a estada do jovem no sanatório, sendo que as últimas seis páginas, aproximadamente, referem-se à volta de Hans Castorp à “planície”.
O texto é narrado em terceira pessoa. O narrador comete várias intrusões no decorrer da história, fazendo comentários e dando suas opiniões. Além disso, ele demonstra possuir conhecimento sobre os pensamentos e os sentimentos do jovem protagonista e de seu primo, até mesmo quando os dois não falam sobre isso.
O narrador permanece com esse distanciamento durante toda a narrativa, entretanto, no final, demonstra sentimentos de afeição por Hans Castorp e, ao mencionar o gesto de levar a mão ao olho para enxugar uma lágrima ao lembrar do “jovem singelo”, apresenta-nos a possibilidade de tratar-se do escritor humanista Settembrini, um dos personagens do livro. Nesse caso, o narrador deixaria de ser alguém de fora da narrativa para tornar-se uma testemunha dos fatos narrados.
O tempo é de extrema importância em A montanha mágica. O homem da atualidade, que já superou a idade mítica da epopeia, angustia-se profundamente com as questões relativas à passagem do tempo, pois ela representa a proximidade da morte. “Sim, o tempo é um enigma singular, difícil de resolver.” (p.195) O romance é narrado “quase” todo em ordem cronológica. Quando se diz “quase” é porque, excetuando o segundo capítulo, que conta a infância de Hans Castorp, há poucas analepses e nenhuma prolepse. As raras voltas ao passado acontecem quando o protagonista recorda-se de fatos de sua infância, como a ocasião em que pediu o lápis emprestado a Pribislav Hippe, ou nos momentos em que o narrador conta a vida de Settembrini ou de Naphta. Salvo essas passagens, a história inicia com a chegada do jovem Hans ao sanatório, conta todas as transformações pelas quais ele passa em sua estada por lá e termina com sua volta à planície. A obra transcorre de forma a dar-nos a impressão de uma perda da noção do tempo.
O tempo passa lentamente, arrastando-se, fazendo com que todos os dias sejam iguais uns aos outros. Essa passagem é marcada por “chegara o solstício de verão” (p.502), ou “o ano em breve completaria o giro (…)” (p.503), ou “E certa vez experimentou uma breve, mas violente vertigem ao recordar-se de que a aquilégia estava novamente em flor e o ano se fechava sobre si mesmo” (p.532). No início, o leitor pode ir acompanhando o tempo de permanência de Hans Castorp no sanatório, mas no decorrer da narrativa isso já não é mais possível. Somente no final do romance é que tomamos conhecimento de que, afinal, o jovem esteve na montanha por sete anos. Foi possível observar que as transformações ocorridas na natureza para marcar a passagem do tempo, afetam o espaço na obra, pois uma mesma paisagem que, em determinados momentos, está florida, em outros, está coberta de neve, fazendo com que, mesmo quando não conseguimos mais saber o tempo exato de permanência do protagonista no sanatório, percebamos que os anos estão passando.
O narrador permanece com esse distanciamento durante toda a narrativa, entretanto, no final, demonstra sentimentos de afeição por Hans Castorp e, ao mencionar o gesto de levar a mão ao olho para enxugar uma lágrima ao lembrar do “jovem singelo”, apresenta-nos a possibilidade de tratar-se do escritor humanista Settembrini, um dos personagens do livro. Nesse caso, o narrador deixaria de ser alguém de fora da narrativa para tornar-se uma testemunha dos fatos narrados.
O tempo é de extrema importância em A montanha mágica. O homem da atualidade, que já superou a idade mítica da epopeia, angustia-se profundamente com as questões relativas à passagem do tempo, pois ela representa a proximidade da morte. “Sim, o tempo é um enigma singular, difícil de resolver.” (p.195) O romance é narrado “quase” todo em ordem cronológica. Quando se diz “quase” é porque, excetuando o segundo capítulo, que conta a infância de Hans Castorp, há poucas analepses e nenhuma prolepse. As raras voltas ao passado acontecem quando o protagonista recorda-se de fatos de sua infância, como a ocasião em que pediu o lápis emprestado a Pribislav Hippe, ou nos momentos em que o narrador conta a vida de Settembrini ou de Naphta. Salvo essas passagens, a história inicia com a chegada do jovem Hans ao sanatório, conta todas as transformações pelas quais ele passa em sua estada por lá e termina com sua volta à planície. A obra transcorre de forma a dar-nos a impressão de uma perda da noção do tempo.
O tempo passa lentamente, arrastando-se, fazendo com que todos os dias sejam iguais uns aos outros. Essa passagem é marcada por “chegara o solstício de verão” (p.502), ou “o ano em breve completaria o giro (…)” (p.503), ou “E certa vez experimentou uma breve, mas violente vertigem ao recordar-se de que a aquilégia estava novamente em flor e o ano se fechava sobre si mesmo” (p.532). No início, o leitor pode ir acompanhando o tempo de permanência de Hans Castorp no sanatório, mas no decorrer da narrativa isso já não é mais possível. Somente no final do romance é que tomamos conhecimento de que, afinal, o jovem esteve na montanha por sete anos. Foi possível observar que as transformações ocorridas na natureza para marcar a passagem do tempo, afetam o espaço na obra, pois uma mesma paisagem que, em determinados momentos, está florida, em outros, está coberta de neve, fazendo com que, mesmo quando não conseguimos mais saber o tempo exato de permanência do protagonista no sanatório, percebamos que os anos estão passando.
O espaço é fundamental para marcar o que se passa no interior do personagem. Há muitas mudanças inesperadas de temperatura que remetem a um momento existencial em que não há certezas nem ordem, somente indefinições. Ou, ainda, uma paisagem primaveril no verão apontando para uma transformação que levará a um novo recomeço. Em certas passagens em que a natureza mostra-se solitária e monótona podemos perceber o jovem Hans Castorp voltando-se para sua existência interior.
Há a passagem em que Hans Castorp, interessado por um bosque, termina por escorregar em um abismo, tendo que despender bastante energia para conseguir voltar ao alto. Essa aventura reporta-nos ao aprendizado de Hans Castorp sobre si mesmo, pois a volta para o alto, após descer ao abismo, pode ser vista como a metáfora de elementos inconscientes do personagem que são trazidos à luz da consciência. Entretanto, se os espaços naturais são importantes por mostrarem a individualidade do protagonista e sua relação consigo mesmo, o espaço do sanatório não é menos significativo, pois é justamente esse que representa a sociedade e, é através dele que podemos constatar as críticas sociais presentes na obra. É aí que Hans Castorp se relaciona com as mais variadas pessoas e entra em contato com todo tipo humano possível, com as mais diversas ideias e filosofias. É onde conhece o “pedagogo” Settembrini e onde se apaixona por Madame Chaucha. É nesse espaço que, ao mesmo tempo em que sua doença progride, o jovem torna-se mais humano, deixando de lado a vida anterior, na qual sua única preocupação era consigo próprio, passando a interessar-se por questões de natureza mais universal sobre o sentido da existência.
Assim, o jovem protagonista, que antes não conseguia enxergar além da imagem aparente das coisas, como no caso do retrato do avô, que ele tomava como se fosse a imagem real do velho, agora consegue ver a realidade tal como ela é. É dessa forma que, aos poucos Hans Castorp vai tornando-se um outro ser, na medida em que o tempo passa.
Essa nova visão de mundo faz com que o “filho enfermiço da vida” rompa com a planície. Há um determinado momento em que percebemos que Castorp parece não fazer mais questão de voltar. Então, Joachim, seu último elo com a planície parte “em falso”, marcando de vez esse rompimento. O jovem protagonista desistiu da planície. Mas, se essa partida assinala a desistência de Hans, a visita rápida e a partida ainda mais rápida de seu tio James sinaliza o momento em que planície desistiu dele.
Mas, afinal, em seus anos de aprendizagem, o herói entende que não é possível modificar a condição humana, mas tentar se adaptar a ela de forma positiva e construtiva. Após sete anos, e após comer por aproximadamente um ano em cada uma das sete mesas do refeitório, fechando um ciclo e mais um círculo do movimento existencial de Hans Castorp, o filho enfermiço está pronto para voltar, finalmente, à planície e à vida.
Há a passagem em que Hans Castorp, interessado por um bosque, termina por escorregar em um abismo, tendo que despender bastante energia para conseguir voltar ao alto. Essa aventura reporta-nos ao aprendizado de Hans Castorp sobre si mesmo, pois a volta para o alto, após descer ao abismo, pode ser vista como a metáfora de elementos inconscientes do personagem que são trazidos à luz da consciência. Entretanto, se os espaços naturais são importantes por mostrarem a individualidade do protagonista e sua relação consigo mesmo, o espaço do sanatório não é menos significativo, pois é justamente esse que representa a sociedade e, é através dele que podemos constatar as críticas sociais presentes na obra. É aí que Hans Castorp se relaciona com as mais variadas pessoas e entra em contato com todo tipo humano possível, com as mais diversas ideias e filosofias. É onde conhece o “pedagogo” Settembrini e onde se apaixona por Madame Chaucha. É nesse espaço que, ao mesmo tempo em que sua doença progride, o jovem torna-se mais humano, deixando de lado a vida anterior, na qual sua única preocupação era consigo próprio, passando a interessar-se por questões de natureza mais universal sobre o sentido da existência.
Assim, o jovem protagonista, que antes não conseguia enxergar além da imagem aparente das coisas, como no caso do retrato do avô, que ele tomava como se fosse a imagem real do velho, agora consegue ver a realidade tal como ela é. É dessa forma que, aos poucos Hans Castorp vai tornando-se um outro ser, na medida em que o tempo passa.
Essa nova visão de mundo faz com que o “filho enfermiço da vida” rompa com a planície. Há um determinado momento em que percebemos que Castorp parece não fazer mais questão de voltar. Então, Joachim, seu último elo com a planície parte “em falso”, marcando de vez esse rompimento. O jovem protagonista desistiu da planície. Mas, se essa partida assinala a desistência de Hans, a visita rápida e a partida ainda mais rápida de seu tio James sinaliza o momento em que planície desistiu dele.
Mas, afinal, em seus anos de aprendizagem, o herói entende que não é possível modificar a condição humana, mas tentar se adaptar a ela de forma positiva e construtiva. Após sete anos, e após comer por aproximadamente um ano em cada uma das sete mesas do refeitório, fechando um ciclo e mais um círculo do movimento existencial de Hans Castorp, o filho enfermiço está pronto para voltar, finalmente, à planície e à vida.
Acho muito legal quando o narrador se intromete na história e dá suas opiniões, mas para falar a verdade foi praticamente a única coisa que chamou a minha atenção no livro. Para me animar a ler quase 1000 páginas, a premissa teria que realmente me interessar, mas não foi o caso. Gosto mais de histórias sem esse viés filosófico, acho que muita coisa que você citou eu não repararia de forma alguma, como essa coisa das mudanças inesperadas de temperatura que remetem a um momento existencial... complexo demais pra mim.
ResponderExcluirBeijo.
Ju
Entre Palcos e Livros
Eu já sou o contrário de ti, Ju. Essas intromissões eu não curto muito, acho que fica cansativo, mas gosto de textos mais complexos, mesmo que precise demorar um pouco mais na leitura. Obrigada pelo comentário! ;)
ExcluirQue resenha maravilhosa! Parabéns pela tua escrita. Eu procurei saber sobre este livro recentemente, mas acabei por deixá-lo de lado, agora, lendo esta tua resenha, fiquei encantada. É que não resisto à narrativas metafóricas e tua resenha ficou tão boa que eu já fui lá adicionar o livro nos meus desejados do Skoob! Acredito que esse tipo de obra seja de difícil leitura mesmo, mas nada que umas três leituras não solucionasse (no meu caso, claro).
ResponderExcluirMais uma vez, parabéns pela resenha, ficou impecável!
Beijinhos, Hel.
leiturasegatices.blogspot.com.br
Obrigada, Helena! Que bom que você gostou! Acredito que nem precise de três leituras, embora eu goste muito de reler os meus livros depois de algum tempo. Mas creio que uma leitura bem caprichada já é o suficiente. Grata pelo comentário!
ExcluirOlha eu sinceramente não sou muito chegada nesse gênero de leitura
ResponderExcluire o único assim filosófico que li e me deu sono foi aquele MUNDO DE SOFIA sabe?
Sério, eu não aguentava, eu lutava até para terminar o livro pra vc ter uma ideia, mas mesmo assim
para quem gosta é bacana. O livro parece ser muito bom pelo que você falou, mas não seria um que eu pegaria pra mim ler sabe? Mas mesmo assim parabéns, até porque tu escreve bem e isso eu admiro muito em uma pessoa =]
http://lovereadmybooks.blogspot.com.br/2015/11/resenha-em-busca-do-amuleto-de-aloni.html
Se você sentiu sono com O Mundo de Sofia, acho que não gostaria desse mesmo. O Mundo de Sofia é bem mais dinâmico. :D
ExcluirObrigada pelo comentário!
Oi, tudo bem?
ResponderExcluirConfesso que gosto muito das suas resenhas, mas gosto ainda mais dos livros que você nos apresenta. Não sei qual seu gênero favorito, mas desde que comecei a acompanhar suas postagens, você costuma apresentar livros "desconhecidos", e isso é incrível!
Beijos,
entreoculoselivros.blogspot.com
Obrigada, Thayenne! Sou bastante eclética. Gosto de quase tudo, contanto que seja bem escrito.
ExcluirValeu pelo comentário!
Olá!
ResponderExcluirEu não gosto muito de livros filosóficos, não consigo ler, acho que tenho problemas na minha cabeça haha.
O livro parece ser bacana, mas não é algo que eu leria, pois, como disse, tenho problemas :(
Parabéns pela resenha, ela esta incrível.
Beijos,
Um Oceano de Histórias
Obrigada! Acho que não tem a ver com problemas. Tem a ver com gosto mesmo, é normal. Não podemos gostar de tudo, algo sempre vai nos desagradar. ;)
ExcluirGrata pelo comentário!
Não conhecia o livro e lendo sua resenha entendi o motivo.... É que eu não curto muito o estilo.
ResponderExcluirQuase pensei que deveria dar uma chance para ele, sua resenha faz pensar que o livro é realmente interessante, mas mesmo assim, vou passar por enquanto.
Beijinhos,
Lica
amoreselivros.com.br
Quando o livro não nos toca, não vale a pena, né? Também sou assim!
ExcluirObrigada pelo comentário!
Olá!
ResponderExcluirEu não conhecia o livro, e ele faz meu gênero, eu gosto desse tipo de história, cheia de metáfora, que trás reflexão. Me desanima um pouco a extensão dele, sempre com tantos livros para resenhar fica difícil encaixar esse "pequeno" entre eles! Mas sem dúvida seria um livro que eu leria! Vou deixar o nome anotado para quem sabe qualquer hora esbarrar nele
Gostei da sua resenha, muito completa!
Bjus
Blog Fundo Falso
Realmente, Andréa, o livro é muito extenso, mas se é o teu tipo de leitura, recomendo, vale muito a pena!
ExcluirObrigada pelo comentário!
minha nossa! Que resenha!
ResponderExcluirNão é um estilo de leitura que eu escolheria, mas pra quem gosta é perfeito....
Parabéns pela incrível resenha....
beijos,
Eu Pratico Livroterapia
Obrigada, Denise! Valeu pelo comentário!
ExcluirOiiie
ResponderExcluirNão é meu estilo de leitura, apesar da sua resenha estar bem legal, eu não leria por agora, mas é uma ótima dica para quem curte o gênero
Beijios
http://realityofbooks.blogspot.com.br/
Às vezes o que não seria uma boa leitura hoje pode ser amanhã, não é? Obrigada pelo comentário, Catharina!
ExcluirEsse livro não é bem o meu estilo de leitura, mas depois de ler a sua resenha fiquei bastante curiosa para realizar a leitura. Bem no começo eu até me lembrei dos livros do Paulo Coelho, porem no decorrer da leitura percebi que são livros totalmente diferentes.
ResponderExcluirBeijos e até logo! ^^
https://worldofmakebelieveblog.wordpress.com/
Sim, Amanda, é bem diferente do Paulo Coelho. Já li alguns dele e realmente não tem nada a ver com A Montanha Mágica. Obrigada pelo comentário!
ExcluirOi,
ResponderExcluirÉ tão bom quando chegamos ao final e temos essa sensação, gosto de livros um tanto filósofos, com metáforas, que nos faz refleti de certa forma, mas geralmente ele teria que me ganhar em muito aspectos, para que eu consiga ler às 986 páginas, o que infelizmente não aconteceu aqui, talvez até leria mais de forma gradual, aos poucos mesmo.
Beijos Mari - Stories And Advice
Quando o livro nos ganha o número de páginas não importa muito, né? Mas quanto não gostamos, ler 20 páginas é um sacrifício. Obrigada pelo comentário!
ExcluirOi,
ResponderExcluirGostei da resenha, mas tenho um problema sério com o Thomas Mann.
No primeiro período da faculdade a professora de Teoria Literária passou o livro Doutor Fausto como leitura obrigatória e foi uma das piores experiências literárias que tive. O livro se arrastava, as primeiras 300 páginas o narrador falava que não queria ter escrito o livro só para no final do livro a história engatar.
Tinha prova toda semana e odeie profundamente o autor.
Tenho que mudar minha opinião rs quem sabe lendo esse livro.
Beijos
http://entree-virgulas.blogspot.com.br/
Acho que as palavras leitura e obrigatoriedade não combinam, porque leitura deve ser sinônimo de prazer. Não sei se você já leu um livro chamado Como um romance, de Daniel Pennac. Ele compara o verbo ler com o verbo amar, e diz que ambos não aceitam o imperativo. Não podemos dizer a alguém: "ame!" Não podemos obrigar ninguém a amar. Da mesma forma, não despertaremos o prazer da leitura em alguém que está sendo obrigado a ler. Obrigada pelo comentário, Isadora!
ExcluirQue força de vontade em ler este livro em? Confesso que não leria nem por ser por causa das quantidades de páginas, mas por ser um gênero que eu não curto muito. Acredito que para entrar em um universo como este, principalmente onde há tantas filosofias, é necessário ter prazer por este tipo de leitura.
ResponderExcluirMas que bom que você tenha tido uma boa leitura.
Beijos.
É verdade, Irisvanda, se a pessoa não gostar desse gênero de leitura, não chega nem na página 20. ;)
ExcluirObrigada pelo comentário!
Oii
ResponderExcluirEu não conhecia esse livro e pelo que você disse ele parece ser incrível realmente, mas infelizmente ele não se enquadra no meu gênero de leitura preferido, então vou deixar a sua dica passar.
beijos
Mayara
Livros & Tal
Ok, quem sabe de uma próxima vez, né? Obrigada pelo comentário!
ExcluirO livro é excelente! Pena que está esgotado. Consegui o meu pela Estante Virtual.
ResponderExcluirAh, a Estante Virtual sempre nos salva nessas horas! Obrigada pelo comentário!
ExcluirTatiana,
ResponderExcluirOs livros que possuem uma pegada filosófica quase sempre trazem pontos chaves de crescimento para o leitor. Esse A montanha Mágica não parece ser diferente. A premissa dele e sua resenha me deixou muito interessado em realizar a leitura, mas infelizmente não posso encaixar livros dessa quantidade de páginas nas minhas próximas, pois ainda vou ler Outlander.
Abraços!
http://surpresasnaspaginas.blogspot.com.br/
Ah, sim! Ficaria difícil mesmo. Obrigada pelo comentário!
ExcluirOoi,
ResponderExcluirO que mais me interessou no livro foi a ideia do narrador participar com algumas observações, não acho que leria por não gostar muito de livros assim filosóficas mas valeu a dica.
Vitória Zavattieri
Corujas de Biblioteca
Sim, há algumas intrusões do narrador, quase sempre bem reflexivas. Obrigada pelo comentário!
ExcluirUAU. Ler quase mil páginas não deve ser nada fácil, mas adorei o fato do livro ser carregado de elementos e que requer uma leitura mais detalhada.
ResponderExcluirFiquei bem curiosa para ler.
Participe do Top Comentarista e escolha o livro que você deseja ganhar.
Revelando Sentimentos
É um livro muito rico mesmo, Naty. Obrigada pelo comentário!
ExcluirOi Ju,
ResponderExcluirFaz um tempão que quero ler este livro, mas ainda não me animei. Sei que é um clássico da literatura, de um ganhador do prêmio Nobel de Literatura, mas tenho procrastinado. Li a biografia da família Mann. Parentes de Thomaz passaram pelo Brasil. A escritora da biografia diz que ele baseou todos os seus personagens em pessoas da família, ou seja, um escritor incrível. Depois da sua resenha já me decidi. Vou deixar o medo de lado e ler A Montanha Mágica.
Beijos
jusemfrescura.blogspot.com.br
goruntulu show
ResponderExcluirücretli
8O3W
<a href="https://zahretelmamlakah.com/%d8%b4%d8%b1%d9%83%d8%a9-%d8%aa%d8%b3%d9%84%d9%8a%d9%83-%d9%85%d8%ac%d8%a7%d8%b1%d9%8a-%d8%a8%d8%ae%d9%85%d9%8a%d
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